A carreira de Eduardo Falaschi, vocalista das bandas Angra e Almah, como produtor teve seu início em meados de 1998 quando, a convite do seu irmão Tito Falaschi, assinou o primeiro trabalho oficial da banda Symbols. Ainda no período que consistiu o processo de pré-produção do material, o profissional também integrou o supracitado grupo na função de vocalista, acrescentando mais personalidade ao trabalho que representou o início de uma trajetória atuante no cenário do Metal brasileiro.
Symbols, o álbum, obteve diversas críticas positivas nas mídias brasileira e estrangeira proporcionando alavancar o nome do cantor e do produtor que estavam por debutar no mercado.

Alguns shows no Brasil em suporte ao álbum comprovaram a versatilidade de Eduardo Falaschi, inclinando-o a entrar em estúdio novamente com o Symbols para registrar sua segunda obra no ano 2000, Call To The End.
Call To The End trazia uma linha de produção mais madura, contando já com a experiência adquirida nesses dois anos de atividades ininterruptas. Nesse sentido, alguns primeiros clássicos já eram apontados por todo cenário com a assinatura de Edu, tais como: “Eyes In Flames”, “The Traveller”, “Call To The End” e as do debut “”What Can I Do”, “Hard Feelings” e “Scream Of People”; todas elas com um teor interpretativo digno dos principais expoentes do Metal tupiniquim e, principalmente, a percepção clara de uma sonoridade muito particular criada pelo produtor.

Todavia, nada se compara ao ano de 2006 para Eduardo Falaschi. Esse foi o ano do nascimento do Almah, até então um projeto capitaneado pelo artista e que trouxe num único trabalho nomes da estirpe de Emppu Vuorinen (guitarrista do Nightwish), Lauri Porra (baixista do Stratovarius), Casey Grillo (baterista do Kamelot), Eduardo Ardanuy (guitarrista do Dr. Sin), Mike Stone (guitarrista do Queensrÿche), dentre outros. Em Almah, o álbum, Edu Falaschi demonstrou todo seu talento como compositor, arranjador, vocalista e, principalmente, produtor. Esse foi o primeiro trabalho do artista que ganhou reconhecimento global, sendo enaltecido em vários países da Europa, Brasil e Japão.

Se em 2006 Eduardo Falaschi mostrou ao mundo que sua carreira de produtor estava numa crescente, em 2008 foi o ano do firmamento. O produtor assinou uma verdadeira obra prima do Metal feito no Brasil. Fragile Equality, segundo álbum do Almah e o primeiro como uma banda propriamente dita, reafirmou toda a competência de Edu nessa área que estava sendo muito bem explorada. Prêmios e mais prêmios foram conquistados no Brasil, na Europa e mais uma vez no Japão. Com um som que aponta claramente a assinatura de Edu Falaschi como produtor, Fragile Equality também serviu de ponte para o artista apostar em outros valores no cenário brazuca.

No ano 2009, após colher os frutos com a aceitação massiva de Fragile Equality, o produtor Edu Falaschi foi contratado pela banda brasiliense Artemis, para a produção do seu debut. A previsão de lançamento do material está para o segundo semestre do mesmo ano.
Ainda em 2009 outros trabalhos nesse segmento estarão sendo agendados, para que mais e mais grupos do Brasil e exterior possam contar com as habilidades de um profissional que contabiliza mais de dez anos de experiência no mercado. Vários convites de bandas brasileiras e estrangeiras estão sendo avaliados com muita atenção, para que o ano corrente seja muito produtivo para Edu Falaschi como produtor.